Quinta-feira, 14 de Abril de 2011
Segurex 2011 - Jorge Lozano, Lda.


publicado por jorgelozano-trabalhosemaltura às 16:00
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Terça-feira, 5 de Abril de 2011
Riscos Associados aos Trabalhos em Altura

por: Jorge Lozano*

 

Medidas Preventivas

 

Para evitar ou minimizar o risco deverão adoptar-se uma série de medidas preventivas de maneira a que, ao avaliar os factores de risco dos trabalhos a realizar, se possam adoptar os meios de prevenção e protecção devidamente adequados a cada caso, podendo legalmente mencionar o Dec. Lei 50/2005 de 25 de Fevereiro. .......

 

 

Devem-se conhecer os diferentes meios de protecção que se devem utilizar, tais como:

 

Protecções colectivas – aquelas que protegem simultaneamente mais de um técnico do risco de queda em altura (guarda-fogos, andaimes, redes de segurança, linhas de vida, etc.); - Protecções individuais – aquelas que protegem cada um dos técnicos de forma individual (arnês, cordas individuais de progressão, posição e ligação, capacetes de protecção, calçado de segurança, etc.).

As medidas de prevenção para o risco de queda em altura deverão efectuar-se seguindo as seguintes linhas gerais de orientação:

 

Impedir a queda mediante a eliminação do risco na fase de projecto (caso seja possível) ou então eliminar os riscos mediante a concepção e a organização do trabalho (em caso de o fazer de forma total deverá impedir-se a queda mediante o emprego de um método de trabalho apropriado e de meios de protecção colectiva);

 

Limitar a possibilidade de queda, pois em caso de ser impossível eliminá-la, deverá recorrer-se à instalação de protecções colectivas (redes de segurança);

 

Eliminar ou reduzir as suas consequências, quando as condições de trabalho o permitam ou seja impossível a utilização de protecções colectivas, devendo proteger-se os técnicos envolvidos com Equipamentos de Protecção Individual (arneses e acessórios dos kits individuais contra quedas em altura).

Devemos também recordar que:

 

   - A protecção colectiva é prioritária e se sobrepõe à protecção individual;

  - Os arneses integrais de segurança e os seus componentes ou acessórios são Equipamentos de Protecção Individual Anti-Queda e deverão       estar ancorados a um ponto fi xo de amarração, a seleccionar na estrutura, ou a uma Linha de Vida.

 

Escadas: outro factor de risco

Realizar trabalhos em altura a diferentes níveis é, só por si, um factor de risco associado, já que a relaxação, ocasionada durante os diferentes trajectos e progressões, implica a ocorrência de acidentes e, por tal motivo, é fundamental a aplicação das medidas mais adequadas de segurança, as quais vão certamente permitir que os técnicos realizem os seus trabalhos com maior confi ança, o que implica a diminuição da sinistralidade existente.

 

A legislação vigente através da qual se regem as escadas é a seguinte:

- Dec. Lei Nº 273/2003;

- Dec. Lei Nº 50/2005;

- EN 131-1/1994;

- EN 81-1/1999;

- EN 13451-2/2001;

- EN61478/2002;

- EN14183/2004;

- EN 790/2001.

 

São muitos os tipos de escadas que podemos encontrar e, dependendo do trabalho que iremos realizar, podemos utilizar escadas manuais, extensíveis e rígidas, mas todas elas deverão cumprir e possuir etiquetagem com a normativa CE.

A estabilidade de uma escada pode ser aumentada se colocarmos um travessão na sua base com apoios em borracha, aumentando a sua superfície de apoio e reduzindo o risco de queda derivado do eventual deslizamento lateral do seu centro de gravidade.

O apoio de uma escada deverá seguir os seguintes princípios:

    

    - Deverá subir pelo menos 1 metro acima do plano onde tem o apoio superior;

    - Deverá ficar a sua base afastada da parede mantendo uma proporção de 1:4;

    - Deverá ser utilizada de forma individual ao nível do seu trânsito.

 

Nos trabalhos de construção e nas vias de acesso temporárias a diferentes níveis de altura é habitual o uso de escadas manuais, as quais devem cumprir com uma série de requisitos legais, começando logo pelo facto de terem que possuir a marcação CE, o que implica que não devem ter um comprimento superior a 5 metros por cada lance de escada e de terem um mínimo de dois reforços transversais separados até um máximo de 3 metros.

 

Para além disso, os degraus têm de ser todos iguais e paralelos, espaçados de 30 cm entre eles e devemos ter em consideração que as escadas nunca deverão ser pintadas, já que a pintura pode ocultar defeitos que se detectariam com facilidade.

As escadas manuais extensíveis permitem a utilização de mais do que um módulo de 5 metros, podendo prolongar-se em módulos úteis e adicionais de 4 metros, visto que a Norma obriga a uma sobreposição de 1 metro entre si.

Outras classes

 

Outro tipo de escadas, as manuais e rígidas, deverão estar bem apoiadas na sua base ou no seu apoio superior, tendo em conta que na base devem possuir apoios metálicos anti-deslizantes ou terem os mesmos reforçados com borracha (dependendo do tipo de terreno em que se está a trabalhar), se bem que também existem outras soluções para o seu correcto apoio, estabilização e anti-deslizamento. É igualmente importante que a movimentação neste tipo de escadas se possa realizar com as mãos livres – sem transportar nenhum elemento nas mãos – já que devem sempre existir 3 pontos permanentes de contacto com as escadas: dois pés e uma mão devem estar em contacto com a estrutura para reduzir a possibilidade de queda.

 

As escadas fi xas de plano vertical instaladas em estruturas, postes, torres ou paredes devem possuir a resistência adequada, sendo igualmente importantes a existência e cumprimento da distância entre si dos degraus, ancoragens e corrimões, os quais se devem encontrar em perfeito estado de conservação, sem esquecermos que este tipo de escadas deve possuir preferencialmente linhas de vida.

As escadas fixas de plano inclinado devem estar munidas de guarda-corpos resistentes, devem possuir elementos de drenagem e os seus degraus devem ser do tipo anti-deslizante.

 

As escadas articuladas devem estar desenhadas com características adicionais – para além do cumprimento com as normativas em vigor, como qualquer outra escada – já que possuem diferentes lances e por isso devem dispor de um sistema de limitação de abertura, reforçado por um sistema de ancoragem em cadeia (nunca se devem utilizar cordas ou cintas de amarração que se podem rasgar a qualquer momento e podem pôr em perigo a vida dos técnicos) que una os lances de escada entre si.

 



publicado por jorgelozano-trabalhosemaltura às 17:38
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Sexta-feira, 1 de Abril de 2011
Instalação da tela no Cristo Rei - 2010


publicado por jorgelozano-trabalhosemaltura às 17:02
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TRABALHOS EM ALTURA e LINHAS DE VIDA: sua importância e caracterização

Consideradas EPCs – Equipamentos de Protecção Colectiva – e sistemas de implementação prioritária na área dos Trabalhos em Altura, as linhas de vida são, na maior parte dos casos, soluções consideradas complicadas, dispendiosas ou que atrasam e atrapalham a execução das tarefas dos trepadores.


Ora, esta questão não pode estar mais errada por parte 
dos empregadores ou dos responsáveis pela execução de Trabalhos em Altura, na medida em que as mesmas resolvem de forma clara, prática e segura as diferentes situações de perigo com as quais somos diariamente confrontados, apresentando-se até como a única situação possível para  liminarmos ou reduzirmos o riscode queda em altura.

Para tal, torna-se necessário conhecer detalhadamente 
a tarefa a desempenhar, o ambiente e as condições de trabalho, as máquinas e as ferramentas a utilizar e as prioridades a introduzir para que o trabalho se realize sem qualquer risco de queda. Isto implica uma visita ao local e o levantamento das necessidades inerentes a fim de que se possa apresentar a solução mais apropriada e segura, pois o facto é que existe sempre uma solução técnica, desde que se conheçam bem as diferentes soluções que os fabricantes e especialistas nos colocam ao dispor.

Genericamente, podemos identificar as linhas de vida 
como Sistemas Colectivos contra Quedas em Altura que, como o próprio nome indica, possibilitam a sua utilização por dois ou mais técnicos em simultâneo e cuja Normativa actualmente aplicável é a EN795.

Existem 
linhas de vida do tipo vertical ou horizontalinstaladas de forma fixa ou temporária e em relação às quais são ancorados os Equipamentos de Protecção Individual Anti-Queda, como bloqueadores automáticos, mosquetões, cintas e cordas. Nas linhas de vida verticais encontramos soluções técnicas e fixas do tipo cabo de aço galvanizado ou inox (preferencial) ou do tipo de calha ou carril de alumínio (mais comum), inox ou galvanizado. No que diz respeito às linhas devida horizontais e fixas, existem mais soluções e que passam pela instalação de cabo de aço inox ou galvanizado,
cabo sintético (novidade) ou calha ou carril de alumínio, inox ou galvanizado, sendo que aqui deverá existir uma maior preocupação quanto à selecção do sistema mais apropriado, tendo em conta se pretendemos obter um simples Sistema de Travamento de Queda ou um Sistema de Posicionamento de Trabalho.

Para além disso, nas situações que envolvam a utilização 
de linhas de vida fixas, o facto de eventualmente trabalharmos em suspensão” irá naturalmente implicar que a solução a adoptar será sempre a de carril ou calha, devido ao facto de não existir deformação deste EPC Anti-Queda.

Por último, e como alternativa, poderemos adoptar 
a instalação de linhas de vida temporárias que, tal como é identificado, são utilizadas durante o tempo de execução dos Trabalhos em Altura e com as diferenças que a seguir indicamos: verticalmente, são utilizadas cordas que permitem o posicionamento e a suspensão simultâneas, sendo que a sua utilização se limita a um técnico de cada vez; horizontalmente, são utilizadas cordas ou cintas que unicamente permitem o travamento da queda (sem posicionamento e/ou suspensão), sendo que a sua utilização pode ser realizada por mais do que um técnico em simultâneo, desde que não se encontrem no mesmo vão de dois pontos de fixação da linha de vida. 

Daqui, facilmente se compreende que as soluções 
existem e que estão à nossa disposição, bastando para isso que haja vontade e cultura de segurança para adequarmos os Sistemas de Protecção Colectiva aos respectivos trabalhos em altura. 

J
á agora... vale a pena também pensarmos nisto!
 
Jorge Lozano
"Revista Segurança - 177"



publicado por jorgelozano-trabalhosemaltura às 16:44
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Quarta-feira, 30 de Março de 2011
Selecção de técnicos para trabalhos em altura
Escrito por Jorge Lozano   
25-Fev-2008

 

Após mais de 2 anos de colaboração e de publicação permanente de artigos na revista “segurança”, que culminaram com a recente edição nacional do 1º Manual Prático sobre Trabalhos em Altura, temos vindo a fornecer informação variada aos nossos leitores e que se relaciona com a diversa temática relativa a esta matéria, nomeadamente sobre a selecção criteriosa de equipamentos, a formação adequada de técnicos e a identificação e descrição da sua ampla prestação de serviços, entre outros. Ora, tudo o que atrás indicamos é importante mas encontra-se a jusante de todo um ciclo onde algo é igualmente importante, e que se deve fazer a montante do mesmo e que se relaciona com os factores a ter em linha de conta na selecção e admissão de técnicos para o correcto desempenho das suas diferentes funções, no que respeita aos diferentes níveis de acesso vertical.

Assim, pretendemos com este novo artigo fornecer-vos pistas indicadoras para que o respectivo processo de selecção de técnicos seja adequado na sua admissão, conforme a seguir descriminamos:

 

1. Obesidade
É um factor que não é eliminatório mas que determina e condiciona muitas vezes a aptidão física dos candidatos, pois todos aqueles que possuem um peso igual ou superior a 100Kg certamente terão mais dificuldades na execução de trabalhos em altura e, com o acréscimo de material que transportam, estão quase sempre no limite das cargas suportadas pelos dispositivos antiqueda em uso;

 

2. Vertigens
Este sim, é um factor eliminatório e de despistagem obrigatória por razões mais do que óbvias, pois todos aqueles que possuem este problema certamente que não serão os candidatos mais indicados para executarem trabalhos em altura;

 

3. Electrocardiograma
Exame de extrema importância na nossa actividade porque, conforme todos sabemos, a aceleração cardíaca é um facto quando executamos este tipo de trabalhos e é óbvio que os humanos não possuem nem asas para voar nem barbatanas para mergulhar, tendo todos nós sido concebidos para viver à superfície da terra e, no nosso caso muito específico, para permanecermos em altura não podemos cometer erros e estamos permanentemente a contrariar um elemento sempre presente que é a força da gravidade;

 

4. Electroencefalograma 
É outro dos exames de muita importância visto que, variadas vezes, somos confrontados com problemas acrescidos durante a execução dos nossos trabalhos e que requerem controlo emocional, controlo físico e disciplina de atitudes, sobretudo em casos de trabalhos em espaços confinados ou de situações de emergência e/ou de operações de auto-resgate ou mesmo de resgate e salvamento de um colega;

 

5. Álcool
É também um factor eliminatório, como igualmente indicámos no ponto 2 para as vertigens e temos que garantir a sua despistagem, bem como obter um histórico de actividade do candidato e averiguar o seu Curriculum Vitae;

 

6. Drogas
Não sendo obviamente o último factor da hierarquia deste processo de selecção, ele é certamente um dos mais importantes e, nos dias de hoje, não nos podemos esquecer de fazer a correcta despistagem sendo que, em caso positivo, só estaremos a prestar uma ajuda real na eliminação de um candidato com este tipo de problemas. Estes serão seguramente os requisitos para a devida selecção de técnicos para trabalhos em altura e devemos assegurar o seu cumprimento através dos nossos departamentos de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho, de Medicina no Trabalho (interna ou externa) e de Recursos Humanos, para que tenhamos os candidatos eleitos aptos a ministrar formação e, posteriormente, a cumprirem com os procedimentos de segurança adequados ao correcto desempenho das suas funções.

*Jorge Lozano
Centro Nacional de Formação
jorge.lozano@sapo.pt


publicado por jorgelozano-trabalhosemaltura às 19:03
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Jorge Lozano Trabalhos em Altura // Formação e Serviços, Lda.
QUEM SOMOS

 

A Jorge Lozano – Trabalhos em Altura, Formação e Serviços, Unipessoal Lda. é uma empresa especializada 
na área dos Trabalhos em Altura, selecciona e vende equipamentos individuais e colectivos Anti-Queda, forma 
e certifica técnicos e presta todo o tipo de serviçosde Trabalhos em Altura.
A empresa representa equipamentos normalizados de reconhecidas marcas europeias, como a Heightec, a Uniline, 
a Vertic, a HighStep Systems e a Dickies e forma técnicos no seu Centro Nacional de Formação, apresentando-se
igualmente no mercado com uma equipa de técnicos devidamente treinados e certificados, o que lhe permite 
prestar um serviço único e completo.

Missão

Prestar um serviço com qualidade e rigor nas áreas comercial, técnica e de formação profissional, bem como
na prestação integral de serviços na área de trabalhos em altura, cumprindo a legislação aplicável. 
Contribuir para o aumento das competências dos recursos humanos das organizações criando soluções que 
eliminem ou reduzam os acidentes de trabalho relacionados com trabalhos em altura.

Valores

· Ética profissional e respeito pelos compromissos
· Valorização dos colaboradores
· Defender a imagem e o nome da Jorge Lozano, Lda

Estratégia

· Oferecer aos clientes um serviço de que nos orgulhemos.
· Criar uma política de crescimento em segurança, na área dos trabalhos em altura.
· Dotar os técnicos de competências para o desempenho de trabalhos em altura.
· Disponibilizar recursos e apoios adequados.
· Desenvolver competências de relacionamento interpessoal.
· Motivar e envolver todos os colaboradores para uma melhoria continua.

 

 

Jorge Lozano

 

Tel:       + 351 214 303 267

Fax:      + 351 217 166 408

Tlm:      + 351 934 273 151

Web: www.jorgelozano.pt

 

      

    

       

ONDE A SEGURANÇA ACONTECE!

(Where Safety Happens!)




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Segunda-feira, 28 de Março de 2011
Trabalhos em Altura - Segurança

 

 

 



publicado por jorgelozano-trabalhosemaltura às 15:43
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Segunda-feira, 21 de Março de 2011
Jorge Lozano - Video Institucional



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Domingo, 20 de Março de 2011
Segurex 2011 - Jorge Lozano Lda.

Este ano, estivemos na Segurex com 145 empresas, 27 particulares e 22 fornecedores, num total de 194 contactos!

 

Parabéns a toda a equipa da Jorge Lozano Lda. !!!

 

Foi com muito trabalho e dedicação, que conseguimos obter este magnífico resultado!

 

 



publicado por jorgelozano-trabalhosemaltura às 13:36
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Sexta-feira, 11 de Março de 2011
WEB SITE

Para mais informações, podem consultar o nosso Site:

 

www.jorgelozano.pt 

 

Esperamos que gostem!

 

 



publicado por jorgelozano-trabalhosemaltura às 15:59
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TRANSLATOR
Tel: + 351 214 303 267 Fax: + 351 217 166 408 Tlm: + 351 934 273 151 Web: www.jorgelozano.pt
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